|
Capítulo 13.
"Ainda que eu falasse as
línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o
metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da
profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda
que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e
não tivesse Amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha
fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo
para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria.
O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com
leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não
busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga
com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê,
tudo espera, tudo suporta. O Amor nunca falha. Havendo profecias,
serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência,
desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
mas quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será
aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como
menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem,
acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em
enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas
então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem
a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o
Amor."
É no
capítulo 13 da epístola que Paulo fala grandiosamente sobre o amor (gr.
ágape)
que, em algumas traduções, aparece com o vocábulo
caridade:
Fonte e
tradução: http://pt.wikipedia.org/wiki/Página_principal
 |